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Dia 22 de março foi lançada – oficialmente – a versão americana de Pokémon Platinum, o terceiro jogo da quarta geração dos monstros de bolso. Praqueles que não conhecem, o esquema é o seguinte: cada geração de Pokémon é formada, inicialmente, por dois jogos, que são basicamente idênticos – a única diferença é que alguns pokémons só podem ser capturados em uma das versões, e vice-versa. Daí, um tempo depois, é lançada uma terceira versão, que pode ser considera um upgrade das versões anteriores, cheia de extras. Assim, na primeira geração tivemos Pokémon Red/BlueRed/Green, no Japão – e, depois, Yellow; na segunda, Gold/Silver e Crystal; na terceira, Ruby/Sapphire e Emerald; e, atualmente, na quarta, Diamond/Pearl e o recém-lançado Platinum. Lembrando que as versões Fire Red e Leaf Green não valem pra essa contagem de gerações, uma vez que são remakes de Red e Blue/Green. Os extras dessas terceiras versões tornam esses jogos atraentes mesmo pra quem já tem um dos jogos das versões anteriores. As vendas comprovam isso.

It’z teh Nintendo way to print money.

Mesmo tendo um Pokémon Diamond recém-adquirido – comprei não faz nem um ano – eu já tinha planos de comprar o Platinum. Afinal, pelo pouco que eu li sobre – pra não ver spoilers – ouvi dizer que desde Pokémon Yellow um terceiro jogo de geração não tinha tantas novidades. Por causa da falta de tempo pra jogar – até hoje não fechei Apollo Justice, que comecei a jogar em fevereiro – eu planejava comprar o jogo láaa pra julho. Mas foi só eu ler lá no blog Hadouken sobre a miniatura do Giratina que viria de brinde pra quem comprasse o jogo na pré-venda pra eu mudar de idéia. Pô, eu já tinha perdido as stylus do Dialga e Palkia que vieram como brinde em Pokémon Diamond/Pearl. Como fã de Pokémon que sou, não queria perder o Giratina também!

Foi ai que começou a odisséia pra garantir meu Giratina. Segundo a informação da Latamel, distribuidora da Nintendo na América Latina, reproduzida no Hadouken, só receberia a miniatura de brinde quem comprasse pela Saraiva, UZ Games – rede de lojas de games de São Paulo – ou Tech Games – rede de lojas de games do Rio de Janeiro. Ou seja, pra variar, Brasília ficou de fora. Eu ia comprar o meu jogo pela Saraiva – além de ser uma rede de lojas grande e conhecida, lá o frete é grátis pra compras acima de 49 reais! – mas como o site da loja não falava nada sobre a miniatura, resolvi ligar lá pra confirmar. A atendente, embora prestativa, não sabia nada sobre, nem tinha como conseguir tal informação. Eu pensei em arriscar e comprar mesmo assim. Mas, por via das dúvidas, liguei na UZ Games. O atendente de lá era mais bem informado, e me contou que eram poucas as miniaturas. Por isso, no caso da UZ Games, tal brinde só valeria pra quem comprasse pessoalmente em uma das lojas da rede. Fiquei com medo de isso valer pra Saraiva também. Se não era pra ganhar a miniatura, eu podia deixar pra comprar o jogo em julho. Mas eu queria muito um Giratina pra chamar de meu. E agora, quem poderia me defender?

Foi então que me lembrei que eu tinha um contato passando as férias em São Paulo – um contato muito especial (aka namorado), por sinal. Coincidentemente, esse contato também queria comprar Pokémon Platinum. Assim, foi só pedir a ele e, alguns dias depois do lançamento, receber, no conforto de minha casa, meu Pokémon Platinum, a miniatura do Giratina e um pôster do jogo!

Não tive tempo pra jogar muito ainda – tou indo pro terceiro Gym agora – mas, no pouco que joguei, já vi muitas mudanças com relação a Diamond/Pearl. Espero poder fazer um review do jogo pro WarpZona esse ano ainda.

Comprar Pokémon Platinum me custou o show do Iron Maiden, mas tá valendo muito a pena!

Confira algumas fotos mal tiradas dos meus brindes:

O jogo, o pôster, a caixinha com a miniatura e o flash cegante da minha câmera.


A wild Giratina toy was found out of the box!

Um muito obrigada ao Doppel, que foi quem tornou meu poke-sonho realidade. ♥
O desenho do Giratina que ilustra o texto foi tirado daqui.

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Aproveitando a deixa da Natty, vamos falar de Carnaval. No caso, vou falar de como foi o meu carnaval. Mas não precisam fugir ainda, eventual leitor! Não se trata de um off-topic, uma vez que meu carnaval foi bem nerd gamer.

Eu não sou ligada em Carnaval. Nunca fui. Mas, no meu caso, trata-se apenas de falta de interesse. Não existe, de minha parte, nenhum ódio mortal a essa festa da carne. Muito menos uso o discurso esquerdista de que “carnaval é coisa de alienado”. Eu até acho o desfile das escolas de samba muito bonito, embora nunca tenha paciência pra ver mais do que a compilação dos melhores momentos. Enfim, o que eu quero dizer com isso é que eu nunca soube que dia – ou quais dias – é o Carnaval. Pelo que eu li, teoricamente Carnaval é apenas a terça-feira antes da Quarta-feira de Cinzas. Mas todos nos sabemos que, na prática, o negócio é diferente, certo?



Domingo, 22 de fevereiro

Meu carnaval gamer começou no domingo – mas o carnaval em si, pra mim, já tava rolando desde sexta hihi. Pra começar os festejos no easy, chamei uns amigos pra vir aqui em casa ver o meu – e do meu irmão Tottou também – recém-adquirido Resident Evil: Degeneração.


Pra quem não conhece, Resident Evil: Degeneração – Bio Hazard: Degeneration, no original – é um filme de animação em CG baseado naqueeele survival action horror da Capcom. Aliás, baseado nada. Baseada foi aquela trilogia com a Milla Jojovich, que de Resident Evil só tinha alguns elementos, tipo zumbis, Umbrella Corp. e Raccoon City. Resident Evil: Degeneração é um Resident Evil 4 the truthz!

A história do filme se passa 7 anos após os eventos de RE 2 e 3 e algum tempo depois de RE 4, mas o filme não fala exatamente quanto tempo – eu, ao menos, não me lembro dessa informação! Os protagonistas são Claire Redfield e Leon S. Kennedyesse último interpretado por Keanu Reeves. Tudo no filme é a cara de RE: a animação em CG tosquinha – as CGs do demo de RE5 são bem melhores – e mal dublada, enredo pão com manteiga, diálogos rasos... tem até cena de boss com contagem regressiva! Sem contar o link que o filme faz com a história do RE 5. Quando o filme terminou, eu fiquei esperando o jogo começar! Em outras palavras: recomendadíssimo aos fãs de RE – e somente a eles; pessoalmente, não vi nada que pudesse atrair o público geral – tanto pelo filme em si quanto pelos extras!

Em breve, devo postar um review completo do filme lá no WarpZona. Fiquem de olho! Por enquanto, confiram a ficha técnica do filme:



Resident
Evil: Degeneração (Bio Hazard: Degeneration, Japão, 2008)
By: Sony Pictures Entertainment e Capcom Company
Direção: Makoto Kamiya
Duração aproximada: 96 minutos
Gênero: Animação/ Ação Horror
Censura: 16 anos
Lançamento no Brasil: 29 de janeiro de 2009
Preço: por volta de R$ 29,99






Segunda-feira, 23 de fevereiro

Na segunda, liguei o hard. Era dia do evento de carnaval do DuK Games Club. Já falei desse clube lá no WarpZona, mas não custa nada repetir: DuK Games Clube é um clube privado com encontros mensais para jogar videogames, dos mais antigos aos mais modernos ctrl+c e ctrl+v da descrição da comunidade deles no Orkut. Pro carnaval, eles planejaram um evento especial com 24 horas de jogatina regada à pizza. A intenção era completar as 24 horas de Le Mans no Gran Turismo 4, fora outras atrações. Mas um jogo acabou roubando a cena: Street Fighter 4! Eu, por exemplo, nem lembrei de jogar outra coisa. E acho que não fui a única.

Olha só quem roubou a festa!

Eu não levava muita fé no SF4. Não sei se era porque os gráficos – e, principalmente, a movimentação dos personagens – pareciam esquisitos nas imagens e vídeos que eu tinha visto na internet, ou talvez por eu ter uma certa resistência a jogos de luta que sejam ou pareçam 3D. Enfim, no quesito Street Fighter, Super Street Fighter II Turbo HD Remix parecia fazer mais o meu estilo – sim, eu sou saudosista, ok? Ainda assim, eu não sou do tipo que deixa o preconceito falar mais alto. Traduzindo: levando fé no Street Fighter 4 ou não, eu tava louca pra experimentá-lo.

Graficamente, eu achei lindo. Podem não ser os melhores gráficos que a atual geração pode produzir, mas, na minha opinião, ficaram bem legais. Gostei muito de detalhes como o efeito das magias e, principalmente, da colisão delas; os olhos dos personagens acompanharem a trajetória do adversário; as caras de desespero que eles fazem quando vão tomar Ultra Combos; o efeito de transição pra tela de vitória, com os traços lembrando pinturas japonesas, cheio de traços de tintas – chamados por uns de “cocôs de pombo”. Claro que nada é perfeito. Os personagens estão esquisitos? É, de certa forma, sim. Chun-li com trombose? Ah, exagero. O braço da Sakura é aquiiiilo mesmo? É! Existem totens e flamingos nas florestas do Brasil? Huh...

Pra mim, o destaque mesmo é a jogabilidade. Quando eu ouvi que o jogo teria gráficos 3D, mas jogabilidade 2D, imaginem o meu alívio. Eu até joguei os Street EX da vida, mas não é minha praia. Mas, fora a questão 2D, o que mais gostei na jogabilidade foi o retorno às origens – já falei que sou saudosista? Há alguns elementos de Street Fighter 3, como o uso de chute fraco + soco fraco pra usar o arremesso, mas o feeling é todo Street Fighter 2. E os comandos respondem muito bem: os golpes saem com uma facilidade! Em alguns casos – *cof cof* pilão do Zangief *cof cof* – isso chega a irritar por facilitar as famosas “apelações”. O que não é defeito, claro. E, falando em elementos de Street Fighter 3, muita gente sentiu falta do parry. Como joguei pouco – a fila pra jogar tava grande! – não pude testar com eficiência o tal do Focus Attack. Não é exatamente um substituto pro parry de SF3, mas parece um feature interessante.

Quanto ao som, não pude avaliar. Os caras do Guitar Hero/ Rock Band não deixaram. :/

Eu esperando minha vez de jogar

No fim, o evento durou umas 30 horas, mas eu não agüentei ficar tudo isso. Só por jogar Street Fighter 4 já valeu a pena! Ah, a pizza também tava boa...


Terça-feira, 24 de fevereiro

O motivo de eu não ter aguentado ficar até o fim do evento do DuK Games Club apareceu logo de manhã: doença. Nada como passar o resto do feriado de carnaval de cama. É nessas horas que fico feliz de ter um Nintendo DS – aliás, o meu é aquele douradinho com o Triforce, edição especial de Zelda Phantom Hourglass – e uma tomada perto da cama.

Aproveitei o resto de feriado pra começar a me preparar para o lançamento mais esperado – por mim – do o mês de março: Pokémon Platinum!


“Vale a pena comprar o Platinum sendo que já tenho o Diamond/ Pearl?”, o leitor pergunta. 2 milhões de japoneses respondem: HAAAAAI! (traduzindo: SIIIIIIM!) Ok, eu sei que os japoneses não são lá a fonte mais fidedigna de resposta, afinal, eles são weirdos – Érika inclusa! Mas os features dessa nova versão valem a pena. Além da já esperada mudança gráfica, temos novidades como:

* Giratina em sua forma original;
* O novo dungeon, Distortion World;
* Pokémons exclusivos, como Shaymin, Regirock, Regice, Registeel e novas formas do Rotom (esperança minha: que não sejam obtidos apenas via evento da Nintendo, please!);
* Novos personagens;
* Mudanças em alguns ginásios;
* Novos mini-games;
* Wi-fi Plaza;
* Battle Frontier;
* Roupinhas novas pros personagens principais;

dentre outras coisas.

Eu não quis pesquisar muito a respeito pra não estragar minha graça de jogar com spoilers. Mas faço coro com os japoneses e digo que vale a pena! Ainda mais porque o Prandoni, do blog Hadouken, me confirmou que a promoção de pré-venda que vai rolar nos States também é válida pro Brasil. Ou seja, quem comprar o Pokémon Platinum leva de brinde uma miniatura r0xz0r do Giratina! Mas a promoção só é válida nas lojas das redes Saraiva e UZ Games. Tou só esperando o dia bom do meu cartão de crédito pra garantir o meu!

E assim encerro meu relato. E vocês, como passaram o carnaval?

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Esse texto deveria ter sido postado na quarta-feira passada. Uma semana de atraso não é muito pra uma procrastinadora, é? Acho que tou perdendo o jeito...

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